João Oliveira
CEO & Board Advisor. Experiência executiva, julgamento independente, aconselhamento directo.
João Oliveira aconselha fundadores, CEOs, accionistas e conselhos de administração. A prática cobre três resultados: crescer melhor, liderar melhor e decidir melhor quando o que está em causa é material.
Passou vinte e cinco anos a gerir empresas antes de as aconselhar — como Managing Director de um grupo cotado na LSE, Chief Operations Officer de uma empresa tecnológica global, Managing Director de negócios de pagamentos e fintech em França, Portugal, Espanha e América do Sul, e Senior Advisor de private equity europeu.
Essa experiência foi construída onde o custo de uma decisão errada é material: responsabilidade de P&L, alocação de capital, M&A, governação sob pressão, transições de liderança, expansão internacional e conflito accionista.
Os mandatos são limitados em número e conduzidos pessoalmente.
Vinte e cinco anos na cadeira de quem decide.
Responsabilidade directa de P&L em pagamentos, fintech e tecnologia — em França, Ibéria, Suíça, Reino Unido e América Latina.
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01
Empresa cotada
Decisões sob escrutínio de mercado público.
Managing Director da ME Group, cotada na Bolsa de Londres — alocação de capital, expansão multi-site e reporte ao conselho, onde cada julgamento é visível e cada trimestre conta.
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02
Private equity
Criação de valor com o relógio a contar.
Senior Advisor da Ardian em empresas de carteira, e Managing Director do ICG Group ao longo de integração de M&A e reestruturação operacional na Europa e América do Sul.
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03
Construir de raiz
Abrir mercados e escalar operações.
Abriu e escalou a subsidiária portuguesa da Getnet, do Grupo Santander. Mais tarde, Chief Operations Officer da Survision entre Paris, Madrid e Miami.
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04
Liderança sob pressão
Continuidade quando o topo da empresa não pára de mudar.
Executive Managing Director da BPCE Payment Services, a liderar a subsidiária francesa em três unidades ao longo de sucessivas mudanças de liderança — e, antes, missões de advisory estratégico para a Bpifrance em mais de dez sectores.
Quatro coisas que vinte e cinco anos ensinam.
O problema raramente está onde é reportado.
Uma quebra comercial é quase sempre organizacional. Uma disputa de governação é quase sempre uma questão por resolver sobre quem decide. A primeira tarefa é encontrar onde a dificuldade está de facto.
A estrutura é o que torna a ambição sustentável.
As empresas raramente falham por falta de ambição. Falham porque a organização foi construída para uma versão mais pequena de si própria, e ninguém a reconstruiu a tempo.
As decisões mais difíceis são as que ninguém nomeia.
A pessoa capaz na cadeira errada. O accionista cujos interesses divergiram em silêncio. A sucessão que todos vêem a chegar. Nomeá-las é a maior parte do trabalho.
O valor constrói-se muito antes de se realizar.
Quanto vale um negócio decide-se ao longo de anos de disciplina comercial, profundidade de gestão e qualidade de informação — não nas semanas antes de uma transacção.
Profundidade no conselho. Disciplina na execução.
Directo. Independente. Confidencial. Assente em lógica comercial, e medido pelo que muda de facto no negócio.
Os mandatos são conduzidos pessoalmente, com o dono, o CEO ou o conselho de administração. A relação mantém-se directa da primeira à última conversa, e o método molda-se à situação que tem à frente.
O trabalho decorre em português, francês, inglês e espanhol. Sediado em Portugal, actuando na Europa e em mercados internacionais.
Aconselhamento que acompanha a decisão.
Aconselhamento em decisões que envolvem accionistas, operações, parceiros ou contrapartes em Portugal, França, Ibéria, Brasil, Angola e o Golfo.
Quando é necessária execução especializada — capital, transacções, search sénior ou capacidade operacional — é contratada em separado, sob mandato independente, e nunca como condição da relação de advisory.
Uma única conversa privada é como começa cada colaboração.
Cada mensagem é tratada com estrita confidencialidade.